Quem sou eu
- PIUM FILMES
- O PIUM filmes é um movimento em prol do cinema. Somos núcleo do Cinema Possível no Amapá. “Para nós, cinema é uma coisa prática e feita de forma possível dentro das circunstâncias em que o cineasta está envolvido e, portanto, fazedor do espetáculo. Ele cria o seu próprio olhar, a partir de sua tela de convivência dentro da comunidade e/ou ciclo em que vive.Usamos o termo ‘CINEMA POSSÍVEL’ como extensão de nosso pensar no que tange à necessidade de comunicação abrangente, utilizando formas diferenciadas, inovadoras e criativas de contar uma história.” Jiddu Saldanha (Guru do PIUM FILMES)
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
PIUM Filmes - convite e aprovação no Digitália
A Herbert Emanuel Valente de Oliveira
Ref.: Aprovação de Trabalho no Digitalia – Festival/Congresso de Música e Cultura Digital
Prezado Sr.,
A Comissão de Avaliação de Trabalhos do “DIGITALIA – Festival/Congresso Internacional de Música e Cultura Digital” tem o prazer de informar que seu trabalho "INSTALAÇÃO multimídia POÉTICA RES IST E" foi aceito. A comissão de avaliação se sente honrada com o envio de sua proposta e espera poder contar com a sua presença. Para fins de melhor organização dos trabalhos, solicitamos que confirme, até o dia 25.01.12, sua participação no Digitalia, preenchendo o formulário disponível em https://digitalia.wufoo.com/forms/p7x1p5/ .
O Digitalia irá reunir, em Salvador, de 1o. a 5 de fevereiro de 2012, diversas iniciativas que relacionam o campo da música às novas tecnologias da informação e da comunicação, notadamente aquelas conformadas pela chamada Cultura Digital. Sob o tema “Celebrando a Primeira Década da Música Online”, o evento se constitui num fórum que articula artistas, estudiosos, produtores e o público em geral.
Desde já, agradecemos a atenção e colocamo-nos à disposição para eventuais esclarecimentos. Aguardamos a sua chegada!
Cordialmente,
Comissão de Avaliação do Digitalia
Realização
Rede Audiosfera
Rede Audiosfera
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
INSTITUTO DE HUMANIDADES, ARTES E CIÊNCIAS PROF. MILTON SANTOS
Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade
UFRB - FGV/CTS - UNEB - UNICULT
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
PIUM SELECIONADO NO DIGITÁLIA (BA)
Via Coletivo Palafita
Festival Internacional Digitália seleciona artista amapaense
O DIGITALIA – Congresso Internacional de Música e Cultura Digital reunirá, em Salvador, de 1 a 4 de fevereiro de 2012, diversas iniciativas que relacionam o campo da música às novas tecnologias da informação e da comunicação, notadamente aquelas conformadas pela chamada Cultura Digital.
A comissão de avaliação de trabalhos do Digitalia 2012 anunciou nesta terça-feira, 17, a lista de propostas aprovadas no festival, onde foram selecionados 129 trabalhos, nas mais diversas modalidades, atestando a diversidade de experiências, pesquisas e iniciativas no âmbito da música e da cultura digital.
Poeta Herbert Emmanuel apresentando o RES IST E no Festival Imagem-Movimento 2011
Dentre os selecionados está o trabalho do poeta amapaense Herbert Emmanuel, com a instalação multimídia poética “RES IST E”, nome também, de seu mais recente livro. A instalação consiste de cinco projetores, com projeção de imagens simultâneas sobre uma tela de 10 metros, com sons, ruídos, vozes, criando um clima sinestésico envolvendo o espectador, que pode interagir com um dos vídeos.
Realização: Pium Filmes, Tatamirô Grupo de Poesia e Fora do Eixo Letras.
Apoio: Coletivo Palafita
Para ver a lista completa dos trabalhos aprovados, clique aqui.
Para ver o trabalho multimídia, clique aqui.
Para mais informações: (96) 8121-7178
Karen Pimenta
(96) 8127-8495/ 3225-1281
@karenpimenta_
skype: karenpalafita
msn: karensantospimenta@hotmail.com
Coletivo Palafita | Ponto Fora do Eixo - Macapá (AP)
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http://www.coletivo-palafita.
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www.festivalquebramar.com/site
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sábado, 14 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Cinema - sombras elétricas 3: O Palhaço
Na sexta-feira, antevéspera do Natal (23.12.2011), estreou em Macapá “ O Palhaço”, longa-metragem de Selton Melo, e nós fomos assistir. É um bom filme, sem grandes pretensões. Gostamos da melancolia que atravessa o filme e que só se desmancha, em parte, no final. Constatamos mais uma vez que a sobrevivência, não só dessa arte, mas também de outras, está em mãos jovens, nas futuras gerações que deverão saber prestigiá-la e, principalmente, zelar pelo seu bem fazer. Outra lição advém do filme: é preciso desejá-la ardentemente.
Em Macapá, existe um movimento em prol das artes circenses que vem crescendo nos últimos anos, notabilizando a figura do palhaço.
No início deste mês (10.12.2011), no dia internacional do palhaço, apoiamos e participamos da II Palhaceata, cujo o grito de ordem foi um NÃO ao uso impróprio dessa personagem, à apropriação indevida da bolinha vermelha. Essa tradicional arte merece o respeito do tamanho de sua magnitude. Nas entrevistas, inúmeras vezes ouvimos o diretor/ator Selton Melo dizer que jamais seria um palhaço fora do cinema, sem o resguardo da montagem, por exemplo, porque é uma arte muito difícil, e, da mesma forma, seu parceiro de cena, o veterano e aclamado ator Paulo José, descrever a importância da preparação que tiveram para o nascimento e criação de seus respectivos palhaços.
Foi Marton Maués, “dramaturgo do riso e ritualizador da alegria” dos Palhaços Trovadores (PA), que ao fazer uso da escrita de Maria Alice Viveiros de Castro para fundamentar o seu texto Uma bolinha vermelha*, nos endereçou a seguinte verdade:
...Rimos porque é bom e isso basta. O prazer tem sentido em si mesmo, não precisa de explicação. E aí talvez esteja um dos pontos mais importantes da figura do palhaço: sua gratuidade. Sua função é fazer rir e dar prazer. Ele não descobre as leis que regem o universo, mas nos faz viver com mais felicidade. E esta é sua incomparável função na sociedade. Enquanto milhões se dedicam às nobres tarefas de matar, se apossar de territórios vizinhos e acumular riquezas, o palhaço empenha-se em provocar o riso de seus semelhantes. Ele não se dedica às grandes questões do espírito nem às “altas prosopopéias” filosóficas; gasta seu tempo e o nosso com... bobagens (CASTRO, Alice Viveiros. O Elogio da Bobagem – Palhaços no Brasil e no Mundo. Rio de Janeiro: Família Bastos Editora, 2005)
* Revista Ensaio Geral - Vol.2/nº 1/jul-dez/2009 - p. 134
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Novo Amapá: uma tragédia em águas doces
Identidade
recolhi teu rosto do rio
um azul te espreitava
esfreguei meus olhos
para ver melhor
mas já não vi nada:
só a água
ali parada
Herbert Emanuel
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